Trinta anos
de tecnologia,
vendidos a metro.
Este documento explica um problema de comunicação da GIWA e propõe como repaginar a forma como a empresa se apresenta. O problema, em uma frase: a GIWA fabrica a peça que faz um filtro industrial funcionar, e se apresenta como quem vende tecido, com quantidade, prazo e preço na frente e o laboratório no fim da lista. As seções a seguir mostram por que isso acontece, o que muda na comunicação, e o que precisamos saber antes de dar qualquer passo além disso.
- Assunto
- Tecido filtrante e elementos de filtro
- Foco
- Mineração
- Base
- Fontes públicas, com link
- Conferido em
- Outubro 2026
O filtro é o equipamento.
O que filtra é o tecido
dentro dele.
Para separar o minério da rocha, a mina usa muita água. Depois, precisa tirar essa água. Isso é feito num equipamento chamado filtro. Dentro do filtro há um tecido: a água passa por ele e o sólido fica retido. Esse tecido é o produto da GIWA. Ele não é um acessório do filtro. É a parte que faz a separação acontecer.
O tecido se gasta, aos poucos
As partículas mais finas ficam presas dentro da trama. Com o uso, o tecido vai fechando, a água passa mais devagar, e chega a hora de trocar. Como o fechamento é gradual, dá para acompanhar e antecipar a troca, em vez de ser pego de surpresa.
O caro não é o tecido. É o filtro parado.
Para trocar o tecido, o filtro para. Um fabricante de filtro-prensa estima que, em operações de grande volume, cada hora parada pode custar de milhares a dezenas de milhares de dólares em produção perdida (Jingjin). Por isso o cliente não está comprando um pedaço de pano. Está comprando horas de produção sem parada.
3 a 6 meses
é quanto dura um tecido de algodão ou poliéster em mineração severa.
Jingjin, abr. 2026 ↗ Fabricante de filtro-prensa12 a 18 meses
é quanto dura, no mesmo ambiente, um tecido de material quimicamente resistente.
Jingjin, abr. 2026 ↗ Fabricante de filtro-prensa3 vezes
é quanto um tecido de mineração de nova geração dura a mais que o feltro de polipropileno tradicional, segundo quem o fabrica.
Micronics, jul. 2020 ↗ Fabricante de tecido filtranteSobre esses números. Os três vêm de empresas que vendem tecido ou filtro, e servem para mostrar uma coisa: a escolha do material pode multiplicar a vida do tecido. Não encontramos nenhum estudo independente e público sobre quanto dura um tecido filtrante. Isso é uma ressalva. E é também uma oportunidade, porque quem publicar o primeiro vira a referência.
O que a GIWA já tem
Fábrica de 2.500 m² em Indaiatuba, capacidade de até 45 mil m² de tecido por mês, laboratório próprio de análises físico-químicas e assistência técnica (site da GIWA). O que este documento propõe é mostrar isso de outro jeito.
O que a GIWA não mostra
Ela não mostra quanto tempo o tecido dela dura, nem o que o laboratório mede, nem em qual filtro cada tecido funciona melhor. Não sabemos se ela tem esses dados. Se tem, são o argumento de venda mais forte da empresa e estão guardados. Se não tem, são a primeira coisa a começar a anotar.
A lei proibiu a barragem
que rompeu. As mineradoras
estão indo para o filtro.
A seção anterior mostrou que o tecido é trocado de tempos em tempos. Esta mostra por que a mineração brasileira está investindo em filtragem.
O que aconteceu
O que sobra depois de separar o minério se chama rejeito: uma lama de água e terra. Durante décadas, as mineradoras guardaram esse rejeito em lagos artificiais, segurados por paredes chamadas barragens. Em novembro de 2015, em Mariana, uma delas rompeu e matou 19 pessoas. Em janeiro de 2019, em Brumadinho, outra rompeu e matou 270 (Wikipedia). As duas eram do tipo a montante, em que a parede cresce apoiada sobre o próprio rejeito (JB).
O que a lei mudou
Em 2020, a Lei 14.066 proibiu construir ou ampliar barragens a montante e mandou desativar as que existiam. A lei não obriga a mineradora a filtrar o rejeito. Mas a alternativa que o setor está adotando é o empilhamento a seco: o rejeito passa por filtros, perde a água e é empilhado quase seco. Vale, CSN, Anglo American, Gerdau, ArcelorMittal e Samarco estão entre as que têm projetos assim (Brasil 61). Cada filtro instalado usa tecido.
910+
barragens de mineração estão registradas no Brasil.
ANM, mar. 2026 ↗ Agência Nacional de Mineração45
ainda eram a montante no fim de 2025, o tipo proibido pela lei. Sete foram desativadas naquele ano.
ANM, mar. 2026 ↗ Agência Nacional de MineraçãoUS$ 758 mi
é o investimento da Anglo American numa planta de filtragem de rejeito, um dos projetos citados pela imprensa do setor.
Brasil 61, out. 2023 ↗ ImprensaUS$ 1,1 bi
é a projeção para o mercado mundial de filtração em mineração e metais em 2032. Em 2025 eram US$ 800 milhões.
360iResearch, mar. 2026 ↗ Consultoria · projeçãoO que a mineradora está comprando de verdade
A mineradora não acorda querendo tecido. Ela precisa de licença para operar, de água para o processo e de segurança. O tecido influencia o quão seco o material sai do filtro: um fabricante relata uma mina de cobre que baixou a umidade de 10% para 7,4% trocando o tecido (Micronics). Não encontramos, nos sites das três fabricantes brasileiras, nenhum resultado de campo como esse.
O que não sabemos
Não encontramos um número público de quantos filtros foram instalados no Brasil desde 2019, nem de quanto tecido eles consomem por ano. Sabemos a direção do mercado, não o tamanho dele aqui. E não sabemos quanto a mineração pesa no faturamento da GIWA: no site, ela aparece só como um item numa lista de indústrias (exemplo).
Quem compra de quem.
Esta seção mostra o caminho do dinheiro, da mina até o tecido. É uma simplificação: algumas empresas estão em mais de uma camada, inclusive a GIWA.
O que isso muda
Pelo que comunica, a GIWA vende para quem usa o filtro. Fabricantes de filtro não aparecem como clientes em nenhum material público dela. Mas nem todo fabricante de filtro tece o próprio tecido. Para os que não tecem, a GIWA é uma fornecedora possível, não uma concorrente. Se ela já vende para algum, isso não aparece em lugar nenhum.
Um exemplo: a Brasfelt
A Brasfelt, de Belo Horizonte, existe desde 1993 (registro) e se apresenta como líder no Brasil em filtragem de disco a vácuo para minério de ferro, com mais de 250 filtros instalados no Brasil e no Chile (Brasfelt). Cada um usa tecido. Não sabemos de quem a Brasfelt compra esse tecido. É uma das perguntas da seção 08.
Quem disputa
os mesmos pedidos.
Duas fabricantes brasileiras do mesmo produto, a Air Slaid e a Sintetika, e três estrangeiras que servem de comparação. Comece pelos logos e pela primeira linha da tabela.
Aqui está a brecha. Nenhuma das três tem uma identidade visual que a separe das outras. Os logos seguem o mesmo molde, duas usam a mesma cor, e as três prometem com a mesma palavra. Nenhuma tem um diferencial estético forte o bastante para liderar o mercado. É por aqui que a GIWA pode se separar, e é o assunto da seção 06.
| GIWAIndaiatuba · SP · desde 1994 | Air SlaidAmericana · SP · desde 1996 | SintetikaMauá · SP · desde 2015 | |
|---|---|---|---|
| Promessa | “Excelência em Tecidos Técnicos e Elementos Filtrantes” | “Excelência em telas e tecidos técnicos para filtragem industrial” | “40 anos de excelência em filtragem industrial” |
| O que destaca primeiro | Pequenas quantidades, produção rápida, 100% nacional. | Fábrica própria, com todos os processos internos. Mais de 50 opções de elementos filtrantes. | Atendimento a setores críticos, como mineração e química, com foco em segurança e qualidade. |
| Laboratório | Tem laboratório próprio. O site não descreve os ensaios. | Descreve os ensaios que faz e publica uma especificação: permeabilidade ao ar mínima de 0,2 cfm. | Não encontramos menção na página inicial. |
| Tempo de casa | Fundada em 1994 (site). Diz ter 30 anos. | Fundada em 1996. Diz ter 30 anos de história. | CNPJ de 2015 (registro). Diz ter 40 anos. |
Como fazem as estrangeiras
A Sefar, da Suíça, faz tecido de precisão desde 1830 e se apresenta como líder mundial em tecidos de monofilamento. A Valmet, da Finlândia, que carrega a herança da Tamfelt, se apresenta como a principal desenvolvedora de tecido filtrante para mineração e química do mundo. A Testori, da Itália, existe desde 1905 e atende mineração de cobre, ferro, zinco, chumbo e níquel.
O que aparece na comunicação delas
Três coisas. Nome próprio nos tecidos, como o SEFAR NYTAL® e o MINE-XLL™ da americana Micronics. Uma afirmação clara de posição: “líder”, “a principal”, “a única fornecedora”. E a relação declarada com quem fabrica o filtro: a Valmet diz que sua experiência nasceu da “cooperação próxima com os fabricantes de filtro”. Na comunicação da GIWA, as três estão ausentes.
Como ler o mapa abaixo
O mapa coloca as três fabricantes brasileiras e as três estrangeiras em dois eixos, de acordo com o que mostram em público. De baixo para cima: se a comunicação fala de preço, prazo e quantidade, ou de engenharia, testes e tecnologia. Da esquerda para a direita: se a identidade é genérica, no mesmo molde das outras, ou própria. As posições são leitura nossa, não medição. As brasileiras estão juntas, embaixo à esquerda. As estrangeiras estão em cima, cada uma com identidade própria. O canto de cima, à direita, ninguém ocupa. É ali que a GIWA tem de estar.
O que a GIWA diz de si mesma
derruba o valor dela.
As seções anteriores olharam para o mercado. Esta olha para dentro: o que a GIWA comunica hoje, no site. São sete pontos, todos conferidos no site em outubro de 2026.
As três prometem a mesma coisa
A tabela da seção 04 mostra: GIWA, Air Slaid e Sintetika abrem com a palavra “excelência”. A frase principal de nenhuma delas diz o que muda na planta do cliente. Para quem lê as três, é a mesma empresa.
Os diferenciais começam por conveniência
Na página inicial, os diferenciais aparecem nesta ordem: pequenas quantidades, produção rápida, 100% nacional, mais de 30 anos, tecidos especiais, sob medida, laboratório, assistência técnica (site). O laboratório é o sétimo de oito. Os três primeiros são argumentos de fornecedor flexível, e quem compra flexibilidade compara preço.
O site foi feito para quem procura preço
O site tem 117 páginas. 93 existem para aparecer em buscas, e 12 têm “preço”, “comprar” ou “fornecedor” no endereço, como /filtro-prensa-preco e /comprar-filtro-bag (sitemap). Isso traz contato, e traz justamente quem está procurando preço.
O logo diz o nome da categoria, não o da empresa
O logo do site é uma malha, o nome GIWA e, embaixo, “Tecidos técnicos | Elementos filtrantes”. Isso descreve o que qualquer fabricante do setor faz. Como a seção 04 mostra, as duas concorrentes usam o mesmo molde.
O site se contradiz sobre o que a empresa faz
Uma página diz que a GIWA “atua exclusivamente na produção de tecidos técnicos e elementos filtrantes” (tela filtrante). Outra diz que ela é uma das “fabricantes de tecidos e equipamentos” (filtro-prensa). Quem lê as duas não sabe o que a empresa vende.
O conhecimento técnico vira link de busca
Monofilamento, sarja, calandragem e termofixação aparecem no site principalmente como nomes de páginas, numa lista de links ao lado de “Filtro manga comprar” e “Tecido filtrante polipropileno preço”. Cada um desses termos é uma decisão de engenharia. Na lista, valem o mesmo que um link de preço.
A cor é a mesma da concorrente mais próxima
A GIWA usa vermelho no site, e o símbolo da Air Slaid também é vermelho. A cor fica: é uma decisão tomada. Isso quer dizer que a cor não pode ser o diferencial. A separação visual tem que vir de outros elementos, e a seção 06 propõe quais.
Seis mudanças
na forma de se apresentar.
Agora a proposta. Ela não pede tear novo, produto novo nem modelo de negócio novo. Pede que a GIWA mostre o que já tem de um jeito que um engenheiro reconheça como tecnologia. Cada mudança responde a um ponto da seção anterior.
A promessa
Hoje: “Excelência em Tecidos Técnicos e Elementos Filtrantes”. A mesma palavra que as duas concorrentes usam.
Proposta: uma frase que diga o que o tecido faz dentro do filtro, e para quem.
Por quê: é a primeira coisa que qualquer pessoa lê. Enquanto for igual à das concorrentes, a GIWA não tem posição.
A identidade visual
Hoje: os logos das três fabricantes seguem o mesmo molde, e GIWA e Air Slaid usam vermelho.
Proposta: o vermelho fica. A diferença vem de outros elementos: o tecido mostrado como objeto de tecnologia, em imagem 3D; uma tipografia própria; e um sistema visual que se repete em tudo, do site à etiqueta.
Por quê: nenhuma das três tem hoje uma identidade visual que a separe das outras. É a brecha mais clara do mercado, e é a que depende só de decisão de marca.
A assinatura
Hoje: embaixo do nome, o logo diz “Tecidos técnicos | Elementos filtrantes”, o nome da categoria.
Proposta: trocar por uma assinatura que diga em que tipo de empresa a GIWA quer estar. A que estamos propondo é Advanced Textile Systems.
Por quê: a assinatura aparece em todo material. Hoje ela descreve um produto. A proposta descreve uma empresa de tecnologia.
Depende de: aprovação da GIWA e de busca e pedido de registro no INPI antes de qualquer uso público. Até lá, sem o símbolo ®.
O site e o catálogo
Hoje: os produtos são listados por tipo, e os termos técnicos aparecem como links de busca, ao lado de links de preço.
Proposta: organizar pelo problema do cliente. O engenheiro começa pelo minério e pelo tipo de filtro e chega ao tecido indicado, com a explicação do que cada termo técnico resolve.
Por quê: o engenheiro pesquisa sozinho, antes de pedir preço. Se encontra a resposta no material da GIWA, é mais provável que escreva o nome dela no projeto.
O laboratório
Hoje: é o sétimo de oito diferenciais, sem a descrição de nenhum ensaio. A Air Slaid já descreve os ensaios que faz e publica uma especificação de permeabilidade.
Proposta: mostrar o que o laboratório mede, com que equipamento e para que serve cada ensaio.
Por quê: neste ponto, a concorrente mais próxima já está à frente.
Depende de: saber o que o laboratório já consegue medir. É o item 03 da seção 08.
As tecnologias
Hoje: termofixação e calandragem aparecem como nomes de processo, iguais aos de qualquer fabricante.
Proposta: dar nome próprio ao que a GIWA faz de diferente, se fizer.
Por quê: é o que fazem a Sefar, com o SEFAR NYTAL®, e a Micronics, com o MINE-XLL™. Um nome registrado é algo que só a GIWA pode vender.
Depende de: uma conversa com a engenharia da casa sobre o que é de fato exclusivo. É o item 04 da seção 08.
O que isso não é
Não é um plano de negócio. Não muda o que a GIWA fabrica, para quem vende nem como cobra. Muda o que ela mostra e como. Se isso abrir portas para mudanças maiores, elas são assunto de outra conversa, com dados que hoje não temos.
Por que começar por aqui
Porque é o que dá para fazer com o que sabemos: tudo nesta seção usa informação pública e material que a empresa já tem. E porque a comunicação precisa mudar antes de qualquer outra coisa. Enquanto a GIWA se apresentar como fornecedor flexível, vai ser comparada pelo preço.
O que a repaginação
pode abrir depois.
Estas são possibilidades, não promessas. Cada uma faz sentido pelo desenho do mercado das seções anteriores, e cada uma depende de informação que ainda não temos. Estão aqui para que a comunicação seja feita já pensando nelas, não para virar meta.
- 01Vender para os fabricantes de filtro. Alguns fabricantes de filtro fazem o próprio tecido, como a Jingjin. Outros compram de terceiros, e esses poderiam comprar da GIWA. O primeiro passo é saber se a GIWA já vende para algum deles e de quem a Brasfelt compra hoje. O segundo é decidir se vale ir atrás deles. Essa escolha cabe à família, porque é comercial, não de marca.
- 02Ser a fornecedora oficial de um tipo de filtro. A Valmet diz ser, muitas vezes, a única fornecedora de tecido para os filtros de torre das grandes minas de cobre, zinco e chumbo (Valmet). Para chegar a algo parecido, a GIWA precisaria de duas coisas: testes de laboratório que provem o desempenho do tecido, e uma relação com o fabricante do filtro. Por isso, este passo só vem depois do anterior.
- 03Cobrar pelo resultado, não pela peça. Relatórios de mercado já descrevem a passagem para modelos de “filtragem como serviço”, em que o cliente paga pelo resultado (IndexBox). Para cobrar assim, a GIWA precisaria saber quanto cada tecido dura em cada cliente, com anos de registro. Sem esse dado, é só uma ideia.
O caminho daqui: os seis documentos
Este é o primeiro de seis. Os próximos são a repaginação em si, um passo por vez.
- 01Mapeamento e concorrência Este documento. O diagnóstico e a direção.
- 02Posicionamento A direção vira frase. É onde a promessa nova é escrita.
- 03Voz e forma de escrever Como a GIWA fala, no site, na ficha técnica e no e-mail.
- 04Identidade visual Como a GIWA aparece. O vermelho fica; o trabalho é encontrar o que a separa da Air Slaid.
- 05Sistema de design As regras para tudo isso ser aplicado sem depender de uma pessoa.
- 06Canais Onde e como o material chega no engenheiro.
O que precisamos saber
antes de qualquer passo além.
Este documento foi feito só com informação pública. Ele é suficiente para a repaginação, e insuficiente para qualquer promessa sobre o negócio. A lista abaixo é o que separa uma coisa da outra, em ordem de importância.
Em ordem de importância
- 01Quanto do faturamento vem de mineração. O site cita mineração só como um item numa lista de indústrias, e a palavra não aparece na página inicial. Este documento olha para a mineração porque é onde a lei está fazendo o filtro crescer. Se ela pesa pouco para a GIWA, o argumento da seção 02 perde força.
- 02Quanto tempo os tecidos da GIWA duram, por tipo de aplicação. Se a assistência técnica anota isso, é o argumento mais forte que a empresa tem, e entra na comunicação já. Se não anota, é a primeira coisa a começar.
- 03O que o laboratório já consegue medir. Quais ensaios existem, com que equipamento, e se há histórico guardado. Define o que a comunicação sobre o laboratório pode mostrar.
- 04Quais processos são de fato exclusivos ou superiores. Uma conversa com a engenharia da casa. Define o que merece nome e registro.
- 05Se a GIWA fabrica equipamento, e quanto. Uma página do site diz que ela atua exclusivamente em tecido. Outra diz que fabrica tecido e equipamento. As duas não podem estar certas.
- 06A relação de hoje com a Brasfelt e outros fabricantes de filtro. A GIWA já fornece para algum? Em que volume? Define se vender para eles é um passo novo ou um passo a ampliar.
- 07Três clientes para eu entrevistar. No mínimo um engenheiro de mineradora e um de fabricante de filtro. É a única forma de saber como a GIWA é vista de fora.
- 08Faturamento dividido por tipo de cliente. E, dentro dele, quanto vem de reposição e quanto vem de venda nova. Confirma ou derruba a ideia de que o dinheiro está na troca.
- 09Se o nome Advanced Textile Systems está livre para registro. É a assinatura que estamos propondo. Antes de ir a público, com ou sem o símbolo ®, precisa de busca e pedido no INPI.
Uma decisão já tomada
- 01A cor fica. A GIWA continua vermelha, como a Air Slaid. Por isso a diferença visual tem que vir de outros elementos, e é o que o item 02 da seção 06 propõe.
Fontes e ressalvas
Cada número deste documento tem um link para a fonte logo abaixo dele. A lista mostra todas as fontes e o que cada uma sustenta. Três avisos. Os números sobre vida útil do tecido vêm de fabricantes que vendem tecido ou filtro, não de estudo independente. A projeção de mercado é de uma consultoria, em relatório pago. E as posições no mapa da seção 04 são leitura nossa, não medição. Tudo foi conferido em outubro de 2026.
Sobre a GIWA
- GIWA, página inicialPromessa, ordem dos diferenciais, logo atual, uso de vermelho.
- GIWA, Empresa2.500 m², até 45 mil m² por mês, laboratório próprio.
- GIWA, mapa do site117 páginas, 93 de busca, 12 com preço, comprar ou fornecedor no endereço.
- GIWA, Tecido filtrante polipropileno preçoFundada em 1994. Mineração como um item numa lista de indústrias.
- GIWA, Tela filtrante“Atua exclusivamente na produção de tecidos técnicos e elementos filtrantes”.
- GIWA, Filtro prensa preço“Fabricantes de tecidos e equipamentos”.
Concorrentes e fabricantes de filtro no Brasil
- Grupo Air Slaid, O GrupoPromessa, logo, ensaios descritos, 0,2 cfm, mais de 50 opções, desde 1996.
- Sintetika, página inicial“40 anos de excelência em filtragem industrial”.
- Econodata, SintetikaCNPJ aberto em 2015, Mauá (SP).
- BrasfeltLíder em filtragem de disco a vácuo para minério de ferro, mais de 250 filtros.
- Econodata, BrasfeltDesde 1993, Belo Horizonte (MG).
Estrangeiras
- Wikipedia, SefarFundada em 1830, líder em tecidos de precisão de monofilamento.
- Sefar, página inicialPromessa “Enabling Life Essentials” e identidade visual.
- Sefar, Filtration Solutions SEFAR NYTAL®Exemplo de tecido com nome próprio registrado.
- Valmet, Filter fabrics for miningPrincipal desenvolvedora; cooperação com fabricantes de filtro; herança da Tamfelt; tecido como imagem principal.
- Valmet, You cannot copy know-how and experienceÚnica fornecedora, muitas vezes, em filtros de torre de cobre, zinco e chumbo.
- Testori GroupDesde 1905; mineração de cobre, ferro, zinco, chumbo e níquel.
- Testori, página inicialLogo e apresentação visual.
- Andritz, MiningMaster ME4Fabricante de filtro-prensa para rejeito de mineração.
Mercado e lei
- ANM, relatório de barragens, mar. 2026910+ barragens, 45 a montante, sete desativadas em 2025.
- Lei 14.066/2020Proibição de barragens a montante e desativação das existentes.
- Wikipedia, Brumadinho dam disaster270 mortos em Brumadinho, 19 em Mariana.
- Jornal do Brasil, jan. 2019As duas barragens eram a montante.
- Brasil 61, out. 2023Mineradoras com projetos de filtragem e empilhamento a seco; US$ 758 mi da Anglo American.
- 360iResearch, Mining & Metal Filtration Market, mar. 2026US$ 800 mi em 2025, US$ 1,1 bi em 2032. Relatório pago, projeção de consultoria.
- IndexBox, filtro-prensa até 2035Pós-venda de placas e panos frequentemente supera o equipamento; filtragem como serviço.
Vida útil e custo (fontes de fabricantes)
- Jingjin, Chemical Resistant Filter Cloth for Mining, abr. 20263 a 6 meses e 12 a 18 meses.
- Jingjin, guia de troca de tecidoCusto da hora parada.
- International Mining, Micronics MINE-XLL, jul. 2020Três vezes mais vida; umidade de 10% para 7,4% numa mina de cobre.